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segunda-feira, novembro 24, 2008

DOMÍNIO PÚBLICO


Uma bela biblioteca digital, desenvolvida em software livre :)
Mas que está prestes a ser desativada por falta de acessos.
Imaginem um lugar onde você pode gratuitamente:
· Ver as grandes pinturas de Leonardo Da Vinci ;

· Escutar músicas em MP3 de alta qualidade;

· Ler obras de Machado de Assis;

· Ou a Divina Comédia;

· Ter acesso às melhores historinhas infantis e vídeos da TV ESCOLA

· e muito mais.

Esse lugar existe!

O Ministério da Educação disponibiliza tudo isso, basta acessar o site:
http://www.dominiopublico.gov.br/

OU CLICAR NA IMAGEM NO TOPO DO POST

Só de literatura portuguesa são 732 obras!

Estamos em vias de perder tudo isso, pois vão desativar o projeto por desuso, já que o número de acesso é muito pequeno. Vamos tentar reverter esta situação, divulgando e incentivando amigos, parentes e conhecidos, a utilizarem essa fantástica ferramenta de disseminação da cultura e do gosto pela leitura.

Divulguem para o máximo de pessoas.

quinta-feira, maio 08, 2008

Bolsa K-7

Lembram-se daquelas velhas fitas cassetes que se usavam há 15 anos atrás? Pois é, depois da bolsa feita de disquetes, esta é mais uma bolsa retro.
Outra criação da Fred & friends! Igual a uma pré-histórica fita cassete.
Informações sobre preço e disponibilidade não foram divulgados, mas você pode conferir mais informações em: WorldWideFred.com.

sexta-feira, abril 25, 2008

Parabéns CD

Estava eu navegando pela net e quando deparei com a matéria do Jornalista Albenísio Fonseca intitulada de Odisséia do Som, informa ele que, o CD está fazendo 25 anos (é, eu também não sabia). Segue a matéria...

A odisséia do som

Albenísio Fonseca


O CD acaba de completar 25 anos. Dizem que com um corpinho de DVD, já com 10 anos de existência. Do mesmo modo que a fita magnética foi superada pela tecnologia digital, ambos, também, parecem condenados pela capacidade de armazenamento, maior facilidade de transporte e multiplicidade de uso dos pen drives e i-pods.
O CD revolucionou a indústria fonográfica, na década de 80, substituindo em formato e qualidade aos LPs, tecnologia de gravação e reprodução que avançou para estéreo dez anos após seu lançamento, em 1948, como disco de longa duração (Long-Play). Após Estados Unidos e França, o Brasil foi o terceiro país do mundo a adotá-lo.
Na odisséia do som, ao contrário dos sistemas de gravação, os aparelhos para reprodução tiveram desenvolvimento mais lento. As juke-boxes (caixas de músicas movidas à moeda ou fichas) emergiram no final da década de 20 e deram incentivo decisivo ao mercado fonográfico que começava a produzir em grande escala discos de 78 rotações por minuto (rpm). Com o rock e os vinís de 45 rpm, na década de 40, surgiram modelos mais leves capazes de acondicionar mais de 200 discos, com sistema Hi-Fi, de alta fidelidade, até o advento da vitrola e dos LPs de 33 rpm.
O surgimento do transístor não só substituiria as válvulas, mas viabilizaria funções irrealizáveis por elas, alterando a disponibilidade e o acesso a dispositivos, inclusive portáteis como rádios e toca-discos, a partir dos anos 60. Impulsionada pela corrida espacial e pela minituarização de componentes, a invenção do Chip, no final dos anos 50, deu dimensões gigantescas às já enormes possibilidades de criação, cópia ou reprodução de qualquer som - que o sintetizador musical dispôs ao ser inventado nos anos 70 - e viabilizou os computadores pessoais(PCs).
A antiga aliança entre a ciência e a música trouxe mudanças revolucionárias na performance, reprodução e divulgação desta arte em todo o planeta. Agora, em plena era da digitalização total, pode pensar em outros usos decorativos para a linda estante nova que comprou para sua coleção de CDs e DVDs. Para acomodar sua futura e imensa discoteca virtual (em mp3 ou mp4) traficada peer-to-peer (P2P), em i-pods ou pen drives, e quiçá, muito em breve num chip incrustado no corpo, basta um espaço vazio no meio do nada. Como dizia McLuhan: “Funciona? É obsoleto”.
Engana-se quem pensar que passaremos incólumes por tudo isto. No admirável mundo novo da produção e reprodução sonora e imagética, toda esta revolução não afeta apenas gravadoras, fabricantes de CDs, DVDs e a indústria do plástico e das lentes óticas (a laser). Mas toda a indústria cultural, no que tange a gráficas, designers de capas, fotógrafos, ilustradores, autores dos textos dos encartes, lojas de discos, distribuição, divulgação, cantores, compositores e direitos autorais. Por fim, sob nova impostura comportamental, sem mais o prazer visual de capas e encartes, afeta diretamente a você, que se supõe mero consumidor de música.
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Albenísio Fonseca, jornalista
albenisio@yahoo.com.br
contexto original na página: albenisio.spaces.live.com/blog/

segunda-feira, março 24, 2008

Veja A Diferença Entre RMS X PMPO


Ao contrário do que muitos dizem por aí, não existe nenhuma fórmula capaz de transformar Watts RMS em Watts PMPO.

RMS (Root Mean Square) é a potencia máxima que um equipamento pode gerar com baixo nível de distorção e em toda a gama audível Hi-Fi (20Hz a 20Khz), por tempo indeterminado.

PMPO (Power Music Pic Output) é a potencia de pico do aparelho, ou seja, aquela que será gerada com o volume no máximo e, em conseqüência, com altíssimo nível de distorção e muito próxima dos limites de desempenho e confiabilidade/durabilidade do aparelho, podendo ser utilizadas apenas por breves períodos antes que se tenha danos irreversíveis aos amplificadores ou caixas.

Dependendo do projeto do amplificador, a potencia em RMS pode variar de 1 a 10 vezes a potência em PMPO, sendo possíveis discrepâncias até maiores do que essas. Portanto, potência é sempre a mesma coisa (Watts), diferenciando apenas nas condições em que foi medida.A recomendação do Inmetro é que o consumidor que for comprar auto-falantes para carro e estiver preocupado em saber a potência real do equipamento deve guiar-se somente pela medida RMS, sem considerar a PMPO, embora a segunda esteja em destaque nas embalagens.

O problema, segundo o Inmetro, é que, em canto a RMS (também conhecida como watt/RMS) tem critérios de medição e normalização uniforme, a potência PMPO pode ser obtida de acordo com critérios diferentes por parte de cada fabricante.

Enquanto a RMS é medida da mesma forma tento no Brasil como na Alemanha, EUA ou Japão, a PMPO pode diferir entre os próprios fabricantes de cada um desse países, Aqui, a RMS está regularmente na ABNT, norma 5.308. Em relação a PMPO, não existe registro.

Um exemplo da falta de critérios é sentido no mercado nacional. Quando a PMPO surgiu, as empresas reuniram-se e, em um acordo de cavalheiros, decidiu estabelecer o coeficiente de multiplicação, responsável pela obtenção da medida final, em 3,5. Porém passados alguns messes,começaram as discordâncias. Aproveitando-se da falta de uma regulamentação, algumas empresas do setor resolveram modificar por conta própria o coeficiente. E, exatamente pela inexistência de critérios sobre essa potência, não é possível saber quem está com a razão.

A diferença entre potência PMPO induz o consumidor ao erro.

“ O resultado de tanta enganação em relação a PMPO é que a sigla passou a ser chamada no mercado de Potência Máxima Para Otário”, diz o gerente-técnico e Comercial da Bravox, Reinaldo Barros.

  O Mestre do Pop Nostálgico: Guilherme Arantes e Seus 50 Anos de Sucessos Se existe uma trilha sonora que define a nostalgia e as memórias ...